quinta-feira, 15 de junho de 2017

Virei tiozão

- Bora em uma festa em uma república? - um amigo perguntou.

- Tô de boa, hein – respondi.

Em um passado não tão distante, achava um máximo essas festas com bebedeira, loucura e tudo mais. Mas hoje em dia já não vejo mais graça. Acho um verdadeiro desperdício de tempo pisar em vômito alheio, pessoas bêbadas e uma pegação sem sentido.

Outra coisa que já não me atrai são joguinhos em relacionamentos. Como disse Matanza um dia: “Eu não tenho mesmo a menor paciência para isso”. Para mim, quem quer ficar, que fique, quem não quer, tchau. Tem tantas pessoas interessantes por aí, ficar sem prendendo a metades dos outros é no mínimo burrice.

“Mas Reinaldo, você precisa se adequar as regras do jogo”. Acho válida a ideia, principalmente porque um dia Darwin disse com outras palavras que o que vence é aquele que se adapta a porra toda, e não o mais forte. Isso pode até valer para  o sistema capitalista e outras áreas mais racionais da vida. Mas para relacionamentos? Ah, vai toma no cu. Você tem que se relacionar com quem te faz bem e quer estar ao seu lado sempre.

Pensando em tudo isso, só queria saber quando que me tornei um tiozão...


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