segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Mais ou menos estuprado


Já comprou Coca-cola em praça de alimentação de shopping né? Eu iria evitar isso, mas digamos que consegui em partes, não por total. Fui com minha namorada no subway do shopping, e quando vi que 500 ml de Coca era R$4,75 fiquei abismado porque 2 litros no mercado é menos de 5 reais, então subi para o mercado para evitar ser estraçalhado pelo capitalismo.


Cheguei no mercado e vi o preço, fiquei de certa forma feliz ao ver que  2 litros eram R$4,29, então agarrei aquela Coca e fui para o caixa, ai que vi minha desgraça, todos os caixas estavam abarrotados de gente, até mesmo o preferencial tava cheio de velhinho, fiquei puto e olhei o relógio, vi que se eu ficasse na fila, acabaria ficando pouco tempo com minha namorada, então larguei aquele refrigerante e desci as escadas.


Logo vi o bar do cinema, pensei que era mais barato, realmente era, mas nem tanto. Comprei 600 ml por R$4,50 e fui ao encontro do meu amor. Bom, eu não queria ser surrado diretamente pelo capitalismo, mas acabei sendo surrado de forma indireta, já que o giro do mundo fez com que eu não tenha tempo naquele momento de esperar a fila acabar, porque preferi passar esse tempo com minha namorada do que economizar. Essa é a vida, repleta de escolhas. Mas como sempre, fui estuprado pelo capitalismo. Não totalmente, por isso, mais ou menos!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A vida é curta



Jéssica era ruiva, olhos claros, branquíssima como a neve, adorava tocar violão e pensar em como a vida seria maravilhosa se ela alcançasse seus objetivos e sonhos. Porém, ela tinha vários impasses que faziam que sua vida não andasse. Ficava estagnada no nada. Sua família era conturbada, ela era sozinha, contava apenas com seu namorado Juan, que ela amava.

Em uma sexta-feira, no inverno de Porto Alegre, Jéssica estava desenhando um anime, a menina adorava desenhar. Achava que esse era um sonho que tinha sido assolado pela faculdade de Direito. Porém, Jéssica se dedicava ao máximo em seus estudos e tinha tudo para ser uma excelente advogada.

Nessa sexta, o namorado Juan a ligou, disse que não dava mais para ficar com Jéssica. A menina ficou cabisbaixa, tentou entender o motivo. Mas Juan apenas disse: “Você não é você, se deixou levar pela sociedade”. A menina desabou mais no choro, pensou em  xingar Juan, já que dois anos de namoro não poderia ser encerrado por telefone.

Mas, apesar de tudo. Jéssica era forte. Vestiu uma blusa bacana e foi para o shopping. Tava enjoada de se sentir o lixo da sociedade, com ela levou um diário, onde ela anotava os seus sentimentos para exprimir para algo a sua angustia de vida.

Sentou na praça de alimentação do Shopping e escreveu:


 Me sinto um lixo. Juan não poderia terminar comigo dessa forma, sempre o amei e o tratei bem.
Por que Juan? O que vai ser da minha vida?


Até que olhou para o longe e viu Juan, em um devaneio pensou que ele a tinha seguido e pediria desculpa. Todavia, ela estava totalmente errada. Juan estava com Natasha, uma antiga amiga de Jéssica. Os olhos da menina decepcionada ficaram rubros. A vontade de matar os dois veio na mente da mesma.

Ela levantou e foi em direção a eles, Natasha olhou para baixo, Juan ficou sem expressão, e Jéssica disse:

_Otários. Espero que morram de HIV, porque eu tenho, seus lixos.

Os dois ficaram esbranquiçados. Era mentira, Jéssica não tinha HIV nem nada, e também sabia que HIV não mata ninguém, e sim diminui a imunidade da pessoa. Mas foi uma forma de se vingar naquele momento e fazer os dois perderem tempo indo para o hospital.

Jéssica chegou em casa e chorou muito. Havia sido traída por uma antiga amiga e por seu namorado. Ficou com nojo da sociedade e pensou em se matar, mas quando esses pensamentos insanos entraram em sua cabeça, ela simplesmente adormeceu.

No outro dia, Jéssica estava decidida, saiu de seu quarto, se aproximou da mureta e olhou para baixo. Sentiu um frio na barriga e não tinha certeza de que era aquilo que queria fazer. Mas mesmo assim pulou.


Pulou na piscina de sua casa da mureta do seu quarto, se sentiu bem ao cair na água. Depois estava decidida a mudar de vida. Não choraria por Juan e largaria a faculdade de Direito, porque a vida é curta demais para vivermos a vida dos outros.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Como lidar com brigas



Existem vários tipos de brigas, que são: Bestas, fúteis, inúteis e as necessárias. Cada uma tem que ser lidada de forma diferente, já que cada uma tem um motivo específico e um contexto para o mesmo. Um grande problema da maioria dos textos de ajuda na net, é que eles acham que todas as brigas tem a mesma fórmula para ser lidada, ai que está um grande engano, porque assim como sentimento, cada briga é única.

Brigas bestas: são aquelas brigas sem um motivo verdadeiro, tipo uma brincadeira retardada que um amigo ( a ) ou namorada ( o ) fazem com você. No momento você fica puto e acaba fechando a cara, que é um puta erro, porque o primeiro passo para resolver um desentendimento é a conversa. Ou seja, ficou puto, vai lá e tenta resolver na hora e não deixar para depois. 

Brigas Fúteis: é aquele tipo que você fica com um ciúme retardado sem um motivo plausível, um exemplo: você é amigo de pessoa x e vê uma foto dele no Face em uma festa e ele não te convidou, você finge que não aconteceu nada e quando ele menos espera, você solta os cachorros perguntando se a amizade acabou. Para brigas fúteis, a única coisa para se fazer e apertar o foda-se e não ligar.

Brigas Inúteis: é aquela que acontece, mas sequer é necessário uma briga, e sim um ponto final na relação ( amizade ou relacionamento ). Por exemplo, seu amigo querido vive fazendo fofoca e você fala um monte de merda para ele, esperando que ele melhore. Olha, isso foi um erro, se ele fala mal de você pelas costas meu caro ou cara, esquece esse filho da puta, nem brigar precisa. Agora, quando for em caso de relacionamento e você ver sua namorada ( o ) te traindo, meu, me diz, para quê brigar? Vai lá e termina essa porra de relacionamento, sem estresse. Ah, mas para não ficar barato, se for uma mulher, apenas diga: “vaca”, e se for um homem: “traíra” e fim. Mas por favor, diga pessoalmente.

Brigas Necessárias: é quando tem que ter a discussão. Bom, não sei se isso se enquadra em uma briga ou conversa, mas às vezes você quer salvar um relacionamento ou amizade e acaba se exaltando. Nesse caso, você tem que manter a cabeça no lugar e tentar ouvir o outro e falar muito. Não adianta ficar puto, tem que manter a calma, ouvir o ponto de vista do outro lado e tomar uma decisão sensata.


É isso galera, em uma briga e, além de brigas, na vida, é necessário ter muita calma e reflexão. Não adianta querer resolver tudo de forma rápida. Tem que ter calma e usar a inteligência. Sei que não sou ninguém para querer dar lição de moral, mas a minha querida namorada Amanda me pediu para escrever um texto sobre esse tema e a atendi.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Insônia vs Não consigo acordar cedo vs Preguiça




Ta ai três frases que descrevem minha vida. Hoje ao acordar, percebi que perdi a aula de Língua Portuguesa II, o que é um porre, já que tenho 15% de falta e, se não me engano ontem teria uma apresentação de um trabalho. O problema é que eu não consegui terminar o trabalho, logo, espero que a professora o aceite hoje.

Fiquei de comprar um despertador, mas sempre esqueço. O foda é que meu irmão ( que me leva pra facul ) também tem essa dificuldade em acordar. O que me leva a pensar que deve ser hereditário esse negócio de se ferrar com horários.

O complicado é que várias vezes eu não consigo dormir direito, fico acordando de madrugada ( o que não foi o caso de hoje, porque se eu tivesse acordado, teria acabado a porra do trabalho ), mas tem dias que fico assistindo televisão e mexendo no pc, o que vem de encontro com minha preguiça, já que não consigo fazer nada de útil a partir da meia noite.

A preguiça faz com que você fique no mesmo patamar de vários concorrentes, e não estou falando de apenas provas e cursos, mas da vida. Enquanto você está deitado com sua bunda suada no sofá, seus concorrentes estão lutando, absorvendo conhecimento. E o que fazer? Bom, ficar parado não dá, já que a vida é extremamente dinâmica.


Sei que poderia evoluir como pessoa. Capacidade para tal eu tenho, porém, a preguiça parece me consumir. Hoje depois de sair da aula, vou correr para comprar um despertador ( daqueles fudidos mesmo ) e quem sabe assim meu dia comece mais cedo e renda mais.

sábado, 2 de novembro de 2013

O interessante sabor do fracasso


Imagine um cara que queria fazer história e acabou fazendo um ano de veterinária. E agora imagine esse cara transferindo o seu curso para Comunicação Social e se dedicar para passar em Medicina. Indo além, imagine esse cara indo mal na prova para tal fim, o que esse cara faria?

O baque foi imenso. Ele pensou em desistir de tudo. Realmente está muito perdido e não sabe como vai ser esse 2014. Algumas vezes ele prefere deitar no travesseiro e deixar o dia acabar, esperando dias melhores.

Ele olha o calendário rodando, pessoas do seu antigo convívio social em ascensão e  ele está em seu segundo curso ( depois de largar o primeiro ) e não tem certeza se vai continuar nele por mais tempo e pior, não sabe se quer fazer isso pro resto da vida.


O fracasso tem um sabor interessante... Parece sangrar no lado da boca, inchar os beiços, mas da mesma forma ajuda a crescer pessoalmente. Os olhos parecem ficar foscos, mas na verdade estão sedentos por vitória. Vitória essa que está por vir. Ou não.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Voltando às Origens

O Blog Mente Aberta começou de forma totalmente pessoal, em algum tempo eu acabei dando uma mudada e tentei deixar o Blog com a cara de outros Blogs com mais sucesso. Infelizmente não deu certo e a cada dia perdi mais leitores.

Antes, eu sabia que tinha ao menos uns sete leitores presentes. Hoje em dia, eu acho que perdi todos. Talvez você de ter passado o olho nesse texto, tenha largado mão. Enfim, só queria dizer que voltarei a escrever o que me der na telha.

Sem mais. O Mente Aberta voltou. Sem preocupações com visualizações, e agora com a certeza que nunca conseguirei um patrocínio real. Mas não pararei de escrever e tornarei a escrever o que me dar vontade!