terça-feira, 1 de outubro de 2013

Escola do crime ou ressocialização?


O Brasil é um dos países mais violentos do mundo, segundo o Instituto Avante Brasil. Em alguns casos, a criminalidade é punida com a privação da liberdade. Sendo que em muitos presídios de nosso país não existe nenhuma política de ressocialização do detento.

Retirar um indivíduo da sociedade é uma forma precária de solução, já que essa medida apenas fará com que ele pague pelo passado, e não irá prepara-lo para o futuro quando sua pena de reclusão se encerrar.

Um grande problema das prisões é o ócio, sendo que os exclusos da sociedade ficam inúmeras horas sem nenhum tipo de atividade. Esse impasse poderia ser sancionado a partir de cursos e jornadas de trabalho que já acontecem em algumas penitenciárias, mas sem o vigor necessário.

A cultura é a melhor forma de dignificar um ser humano, e um detento depois de pagar por seus crimes é um cidadão. E é papel do estado fornecer condições para que o ex-detento seja capaz de voltar à sociedade.

Dessa forma, os presos conseguiriam se preparar para a vida fora da penitenciária. Uma maneira eficaz de socializar os presos seria a implantação obrigatória de um psicólogo nos presídios e que aconteçam sessões semanais com cada presidiário. Além da inclusão de cursos musicais, para que os presos não fiquem em nenhum momento ociosos e também para que aprendam a controlar a raiva, já que para aprender música é necessário atenção e comprometimento.

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