quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Doe sangue, não dói nada


Hoje fui doar sangue e fiquei impressionado em como o procedimento evoluiu desde ano passado, que foi a última vez que eu pude doar. Depois que eu doei me senti tão útil e sorri, sorri porque eu consegui salvar um dia na minha vida e fiz com que ele não fosse mais um passar de datas.

O maior incômodo são as perguntas indiscretas. Vou até falar algumas: “Você se relacionou com alguma prostituta ou homem nos últimos 12 meses?”; “ Você usa ou usou drogas ilícitas?” e blá blá blá. É um enchimento de saco até mais ou menos. Porém, nada que o gosto de ajudar alguém não solucione.

Ano passado, eu precisei levar três agulhadas para poder doar. Hoje eu levei apenas uma e uma espetada no dedo para realização do hemograma e uma agulhada que tinha dois tubinhos, um que ia para uma ampola para realização dos testes de doenças que impossibilitam a doação do mesmo e o outro para o enchimento da bolsa de sangue. Posso garantir que o procedimento é rápido e seguro.


Embora o principal objetivo de doar sangue seja o de ajudar o próximo ( e quem pode não estar tão próximo ), você pode doar para ver se tem alguma doença e tirar o peso da consciência daquela bola fora ( ou bola dentro? ) do final de semana. É como diz aquele velho ditado: “Os fins justificam os meios”. Porque no fim, o que importa é ajudar o próximo. Por isso, doe sangue! 

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