quinta-feira, 7 de março de 2013

Abri os olhos e não acreditei no que vi

Era uma sexta-feira nublada, tinha acabado de acordar logo após umas boas horas de sono, o que era difícil desde algum tempo atrás, acordei com uma sensação boa, como se o mundo não fosse mais o mesmo ou como se eu estivesse diferente.

Levantei-me da cama, vi uma chuteira jogada no chão, relembrando aqueles bons momentos onde passei dentro dos campos de futebol, um local onde não existem problemas escarrados, nem meias verdades, tão pouco mentiras inventadas.

Continuei a andar por minha casa da cor branca, prossegui alguns passos e dei de encontro com uma letra R escrita de lápis preto, a imagem de uma criança com cabelos encaracolados, onde a felicidade era presente, lá estava essa criança, vulgo eu, fazendo aqueles rabiscos, sorri por um instante e logo vi minha mãe falando que eu não poderia fazer aquilo, porque iria manchar a parede.

Que dia estranho, não sabia descrever o que estava acontecendo, parecia que o passado estava de encontro com o meu presente, e eu estivesse visitando os momentos da minha distante infância, fazendo as mais diversas analogias dos acontecimentos com os sentimentos.

Logo em seguida, resolvi voltar para minha cama, estava com muito sono e de repente, ouço uma voz ao fundo: “Reinaldo, acorda!”. Era novamente minha mãe, só que dessa vez me acordando para eu me arrumar e ir para a faculdade. Não sei se era um sonho ou ilusão, mas sei que foi algo bem estranho.


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