quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Maldito Facebook


O Facebook não está apenas em sua casa
onde o computador se encontra.
Está em toda parte,
na rua, no barzinho e até no banheiro.

O facebook não precisa de internet rápida. Ele é viciante,
Até em celulares vagabundos,
ou até mesmos nos aplicativos mais cachorros de um bom viciado.

E percebo que já me vendi ao Zuckerberg,
que perdendo minha vida todas as noites e dias
criei um monstro escondido.


Xinguei o tal do criador, o chamando de capitalista,
monstro, aquele que queria o fim das relações diretas.
Pobre pseudo moralista, me enganei e me rendi.

O face não precisa de mim para existir.
Mas eu preciso dele para curtir e compartilhar.
E acaba ficando uma pergunta no ar.
Isso será uma compulsão ou macumba?!

Acho que é uma droga, daquelas mais brutais,
que consome e destrói, pior que pó de giz e cheirinho da loló.
Ó Facebook, minha droga que me consome todas as madrugadas.


Um comentário:

R. B. Mattozzo disse...

É.... Eu já fui um viciado em Facebook, passava tardes inteiras na loja da minha tia curtindo e compartilhando, já que ainda não tinha meu próprio pc. Mas depois eu vi que não era uma coisa tão importante pra mim a ponto de eu passar mau se ficar sem vê-lo. Hoje eu vejo de vez em quando só para me atualizar, curto e compartilho algumas coisas e saio, sem ter mias o que fazer. Seu texto fico muito expressivo e forte, como tu sempre fazes, gostei
Abraços

R. B. Mattozzo - Blog Diretrizes da Vida