terça-feira, 4 de outubro de 2011

Especial de Domingo: O Homem que roubava sonhos – Parte 3


Primeiramente, peço desculpas por não ter conseguido postar o especial de domingo em sua data pertinente, ou seja, no domingo, é que esse final de semana não tive muito tempo para estacionar em frente ao computador, mas enfim, cá estou para dar continuidade para tal história, espero que esteja gostando de meu drama...

Caso queira acompanhar a primeira e a segunda parte dessa “assombrosa” história, colem os links em seu navegador que disponibilizarei abaixo, ou senão rolem abaixo que verão expressamente o título destacado em cada especial, essa parte eu prefiro mais, pelo fato de quem sabe, você se interesse um pouco mais por minhas postagens.

Seguem abaixo os links:

Parte 1: < http://reinaldodeltrejo.blogspot.com/2011/09/especial-de-domingo-o-homem-que-roubava.html >

Parte 2: < http://reinaldodeltrejo.blogspot.com/2011/09/especial-de-domingo-o-homem-que-roubava_25.html >

Aquela mesma voz sombria atendeu, uma voz que dá calafrios apenas ao se pensar na mesma, aquele tom que trazia um medo arrebatador, e disse : ”Você está sozinho aqui, ninguém vai poder sequer pensar em te salvar...” Continuei a correr, mas quando eu corria, parecia que tinha algo me perseguindo, até que paro. Olho para trás, vejo uma pessoa, ela está parada, vou em sua direção, engatilho o revolver, não penso em nada, vejo aquele olhar avermelhado e disparo, tive um piscar na hora em que o calibre 38 jogou a bala para fora, até que olho, em minha frente não existe absolutamente nada.
Estava desesperado, não sabia mais o que fazer, até que meu espírito de herói soa, e penso que devo acabar com tudo aquilo, mas como eu iria acabar com algo que simplesmente some, até que sento na calçada, precisava pensar, estava com um sono maldito, mas parecia que eu não poderia dormir, estava com mais medo do que coragem, estava aflito, mas estava sozinho.
Até que pensei em ligar para a policia, disquei 190 e só dava ocupado, liguei para um primo meu de outra cidade e nada, tentei ligar para quase toda minha lista telefônica e nada, parecia que o mundo estava morto, comecei a pensar que tudo aquilo não passava de apenas um sonho.
Corri para minha casa, estava todo ensopado, mas enfim, o tempo havia se estabilizado, liguei o computador, fui conectar a internet e nada. Só dava pau, e nada de conectar, peguei o celular, de forma estranha o celular chamava, mas depois caia.
Agora eu queria conversar com aquela voz maldita, queria ouvir o que aquele filho da puta queria, agora estava ficando irritado. Perguntas rondavam minha cabeça, como ele sumiu, o que ele faz com o celular de meu pai e meu amigo? O que será que havia acontecido com o mundo?
Agora estava irritado, atravessei a rua com o calibre 38 em punhos, cheguei correndo e arrombei a porta, a casa estava vazia, me restavam 4 balas, e aquele silencio naquela casa velha me incomodava, era uma sala de estar com absolutamente nada, ia adentrar a casa, até que ouço um barulho em minha casa, sai correndo para lá e quando vejo, a caixa está em frente a minha casa.
Corri para lá como um louco desesperado...

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