quinta-feira, 15 de junho de 2017

Virei tiozão

- Bora em uma festa em uma república? - um amigo perguntou.

- Tô de boa, hein – respondi.

Em um passado não tão distante, achava um máximo essas festas com bebedeira, loucura e tudo mais. Mas hoje em dia já não vejo mais graça. Acho um verdadeiro desperdício de tempo pisar em vômito alheio, pessoas bêbadas e uma pegação sem sentido.

Outra coisa que já não me atrai são joguinhos em relacionamentos. Como disse Matanza um dia: “Eu não tenho mesmo a menor paciência para isso”. Para mim, quem quer ficar, que fique, quem não quer, tchau. Tem tantas pessoas interessantes por aí, ficar sem prendendo a metades dos outros é no mínimo burrice.

“Mas Reinaldo, você precisa se adequar as regras do jogo”. Acho válida a ideia, principalmente porque um dia Darwin disse com outras palavras que o que vence é aquele que se adapta a porra toda, e não o mais forte. Isso pode até valer para  o sistema capitalista e outras áreas mais racionais da vida. Mas para relacionamentos? Ah, vai toma no cu. Você tem que se relacionar com quem te faz bem e quer estar ao seu lado sempre.

Pensando em tudo isso, só queria saber quando que me tornei um tiozão...


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domingo, 11 de junho de 2017

Conselho sábio de Boleiro

- Não pode ficar em casa. Tem que jogar um futebolzinho, tocar uma punheta e dar um rolê no final de semana - ouvi um rapaz aconselhando outro mais jovem, enquanto jogava bola com o pessoal da minha infância.

Fiquei pensando. Endorfina, Dopamina & Serotonina. Três hormônios essenciais para uma vida equilibrada. O conselho, quase infame, na verdade pode ser um puta manual para dar um UP no humor, e consequentemente nas relações profissionais e pessoais.

E levando em consideração que jovens nunca estão mal, fora que sempre tem aquele brilho no olhar de mudar o mundo. Talvez seja uma dica para lá de sábia. Vale a reflexão.


Abra a mente um pouco mais!



quarta-feira, 7 de junho de 2017

A vida tá foda

Sai do trampo, olhei no marcador: tava dando uma volta ao contrário. A moto falhando.

Parei no posto:

- Quanto que vai, parceiro?

Peguei a carteira. Ê carai, esqueci o cartão. Revirei meu bolso. Achei duas moedas de 25 centavos.

- A vida tá foda, hein bixão... 

- Realmente tá, véi – fui obrigado a concordar.


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domingo, 4 de junho de 2017

Te amarei para sempre

Filmes de viagem no tempo me fascinam. Mas The Time Traveler's Wife (Te amarei para sempre – em português) trouxe algo muito mais impactante. Imagine você ter o poder de ir para o passado e o futuro, mas não escolher quando nem onde. Em cima disso, Henry tenta construir um relacionamento com Clayre. E mesmo com todos os ingredientes do fracasso, fazem de tudo para dar certo.

É um filme com encontros e desencontros. Vale ressaltar a atuação fria de Eric Bana (que fez o Heitor no filme Tróia) também é legal ver novamente Ron Livingston, que fez o capitão Nixon em Band of Brothers, em uma atuação discreta, mas muito boa.

Da série de filmes que ninguém conhece, esse sem dúvida segue no TOP5. Vale a pena pensar em como a vida é surpreendente. E mesmo achando que você está sob o controle, nada acontece como planejado.



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quarta-feira, 31 de maio de 2017

70 mil km com ela


70 mil km. Seria possível dar quase 6 voltas na Terra, chegar a 1/6 do caminho daqui até a Lua.

Andando em média a 80 km/h daria 875 horas, equivalentes a 37 dias.

Desde o meu primeiro salário da vida, quando tinha 16 anos comecei a pagar o seu consórcio e cá estamos, muito tempo depois.

É foda ter apego a um objeto, mas como não teria a você que até nome tem?


Foram 70 mil km fodas, Josefa! Os melhores, sem dúvida.


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